Exercício VI - Desenho de observação em aula "Pés cruzados"

A proposta desta atividade foi realizar um desenho dos próprios pés cruzados, com foco na precisão dos contornos e nos detalhes, utilizando apenas linhas. O exercício, baseado no livro Keys to Drawing, de Bert Dodson, também enfatizava o processo de observação contínua, especialmente através da técnica de “olhar–segurar–desenhar”, além da prática do “desenho às cegas” e da repetição como forma de aprimoramento.

Processo

  • Posicionar os pés cruzados de forma confortável e visível
  • Observar atentamente o objeto antes e durante o desenho
  • Aplicar a técnica de olhar–segurar–desenhar
  • Tentar desenhar “às cegas” em alguns momentos do processo
  • Evitar apagar, fazendo reformulações diretamente no desenho
  • Repetir o exercício para melhorar a observação e o traço
Assim, obtive o resultado abaixo:

Autocrítica

Durante o processo, senti que consegui manter um bom equilíbrio entre observar o objeto e observar o desenho, embora em alguns momentos acabasse conferindo mais o papel. Ainda assim, fiz um esforço consciente de olhar bastante para os meus pés enquanto desenhava.

Também tentei desenhar “às cegas” algumas vezes, como proposto. Porém, percebi que tinha a tendência de corrigir o traço logo depois, o que talvez reduza um pouco o impacto desse exercício específico, já que a ideia seria confiar mais no gesto e na observação contínua.

A repetição foi algo que consegui aplicar, e senti que isso ajudou a melhorar minha percepção ao longo do processo. A cada tentativa, fui entendendo melhor as formas, proporções e detalhes.

Considerações finais

Em relação ao resultado final, acredito que o desenho é identificável — consigo reconhecer a referência que utilizei. No entanto, por ainda não dominar muitas técnicas de desenho, não diria que ficou totalmente fiel ou preciso. Mesmo assim, considero que atendi parcialmente aos objetivos da atividade, principalmente no que diz respeito ao exercício do olhar e da observação.

No geral, foi uma experiência interessante, especialmente por focar mais no processo do que no resultado final, o que tira um pouco da pressão de “acertar” e permite experimentar mais. 

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