Exercício II | Mapa/planta de memória da EAD

A segunda atividade proposta no semestre foi a elaboração de uma planta de memória do térreo da Escola de Arquitetura e Design. A proposta surgiu após a realização da atividade anterior de fotografia, quando caminhamos pela escola observando diferentes espaços. A partir dessas experiências, tanto desse percurso quanto dos poucos dias de aula que já tínhamos tido no local, os professores nos pediram para representar, de memória, o térreo da escola.

Haviam algumas regras importantes: não poderíamos usar régua nem borracha, e o tempo disponível para realizar o desenho era bastante curto. Assim, o exercício exigia que confiássemos apenas na nossa memória, percepção espacial e capacidade de síntese para representar o ambiente.

Processo:

  • Relembrar mentalmente os percursos feitos dentro da escola nos dias anteriores
  • Tentar organizar na folha os espaços principais do térreo a partir da memória
  • Representar ambientes, corredores e pontos de referência sem utilizar régua ou borracha
  • Inserir alguns elementos específicos (como objetos ou estruturas) para ajudar na orientação dentro do desenho

Durante a realização da atividade, confesso que o processo foi um pouco angustiante. Eu não sabia exatamente por onde começar, e o fato de desenhar —  algo que já não considero um ponto muito forte para mim — sem poder apagar ou corrigir tornou tudo ainda mais desafiador. Além disso, a escola é bastante grande e eu ainda não explorei todos os espaços, o que fez com que algumas áreas do meu desenho ficassem vazias ou indefinidas, simplesmente porque eu não sabia exatamente o que havia ali.

Outro desafio foi tentar representar os elementos a partir de uma visão superior, e como eu nunca tinha tentado desenhar objetos dessa forma antes, coisas como as estátuas foram complicadas de retratar.

Assim, obtive o resultado abaixo:


Considerações finais

No momento em que todos expuseram seus desenhos, também foi possível refletir sobre o próprio trabalho e perceber possibilidades de melhoria. Percebi, por exemplo, que incluí alguns elementos específicos em certos pontos do desenho para me orientar e lembrar por quais espaços eu já tinha passado. No entanto,  poderia ter detalhado melhor todos os cômodos.

Apesar dessas dificuldades, foi uma atividade muito interessante. É o tipo de exercício que provavelmente eu não teria pensado em fazer sozinha, mas que faz bastante sentido dentro do contexto do curso, porque já aponta para o tipo de raciocínio e prática que vamos desenvolver ao longo do curso de arquitetura. Assim, de modo geral, fiquei feliz com o resultado, e me animaria fazer algo similar novamente.

Comentários

Postagens mais visitadas